“Não estejais inquietos por coisa alguma.” (Paulo, Filipenses, 4.6)
A observação do apóstolo Paulo é importante para todos os dias. Ninguém esteja inquieto por coisa alguma. Em verdade, a inquietação é fator desencadeante de numerosas calamidades. Na maioria das vezes, está presente no erro de cálculo que compromete a construção, na dosagem inadequada do remédio que se transforma em veneno, no acidente infeliz ou no desastre da via pública.
É quase sempre um espírito no lar, um cáustico no ponto de vista, uma brasa no caminho e uma pedra na profissão. É por ela que, muitas vezes, pronunciamos a expressão descabida e articulamos o julgamento falso a respeito dos outros. Com ela, geramos preocupações enfermiças e arruinamos a estrada própria.
Contudo, a pretexto de aboli-la , é indispensável não venhamos a cair na preguiça. Muita gente, a pretexto de evitar a inquietação, asila-se em comodismo deplorável, alegando que foge de trabalhar para não se afligir.
Entendamos, porém, no verdadeiro sentido, a recomendação judiciosa de Paulo. Ele disse “não estejais inquietos por coisa alguma”, nunca esteve ocioso.” (Emmanuel)
Profa. Lúcia Rocha
Imagem: http://essetalmeioambiente.com/wp-content/uploads/2010/09/arvore3.jpg
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Seus comentários são o combustível de todo estes trabalhos... Obrigada