segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

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Madona do peixe, Raphael


MÚSICA ERUDITA - A AVE MARIA DE SCHUBERT


A “Ave Maria” de Bach-Gounod tem uma história. O compositor francês Charles Gounod (1818-1893) compôs uma melodia que ele chamou de “Ave Maria”e a apresentou numa reunião festiva em casa de família amiga. Todos gostaram. Pouco tempo depois, ele juntou a essa melodia, como acompanhamento, o Prelúdio nº 1 de “O Cravo Bem Temperado” que o compositor alemão Johan Sebastian Bach havia composto 137 anos antes. Ficou perfeito. Assim, nasceu a “Ave Maria” de Bach-Gounod, entre as mais belas e mais tocadas do mundo, com letra em latim.

Mas, não confundamos a belíssima “Ave Maria” de Bach-Gounod com a belíssima “Ave Maria” do compositor austríaco Franz Peter Schubert (1797-1828), que foi composta 42 anos antes. Pois, o acompanhamento da “Ave Maria” de Schubert não é um prelúdio como ocorre com a “Ave Maria” de Bach-Gounod.

Lúcia Rocha

Imagem:
“Madona do peixe”, óleo sobre tela pelo pintor italiano renascentista Raphael de Sanzio, de 1505. Naquele momento de grande materialismo, ele sonhava que era importante que cada lar tivesse uma madona sua como símbolo do amor materno. Então, ele mandou imprimir em papel especial tantas cópias coloridas da “Madona do peixe”, quantas foram necessárias e que ele mandou distribuir gratuitamente para todos os habitantes da terra natal onde morava, a Umbria, pequena cidade italiana. Assim, ricos e pobres tiveram sua madona na parede. Essa “Madona do peixe” foi sua última criação como pintor extraordinário que era. Em seguida ele faleceu de repente, aos 30 anos.
Imagem:
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POESIA – SOU O REI
Lúcia Rocha

Tum tum!
Tarará tum tum!
Tum tum!
Tarará tum tum!

Que é que eu sou? Que é que eu sou? Que é que eu sou?
Sou o Rei!
Que é que eu sou? Que é que eu sou? Que é que eu sou?
Sou o Rei!
Tarará tum tum!

Sou o Rei porque passo servindo,
pego fogo mas saio sorrindo.

É a Cultura! A Cultura! A Cultura!
Olha que lindo!
É a Cultura! A Cultura!
Olha que lindo,
até me arrepio.

É vero sou bobo,
sou bobo, sou bobo,
sou bobo de fato,
real bobalhão,
além disso o primeiro.

O Rei é bobo!
Todo mundo é bobo.
O Rei é bobo!
Todo mundo é bobo,
até me arrepio.

Que é que eu sou? Que é que eu sou? Que é que eu sou?
Sou o Rei!
Que é que eu sou? Que é que eu sou?
Sou o Rei!
Tarará tum tum!

É a Cultura! É a Cultura! A Cultura!
Viva o Rei!
É a Cultura! A Cultura!
Viva o Rei!
Todo mundo é rei.


Imagem:
Liça, torneio medieval. Idade Média.
Imagem:
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VISITANDO UM MUSEU DE ARTE


As belas artes são a pintura, a escultura e modernamente as instalações. Um museu de arte é uma instituição pública ou particular destinada à conservação, estudo e divulgação das belas artes, que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade. As belas artes colecionadas nos museus são a pintura, a escultura e modernamente as instalações.

VISITANDO UM MUSEU

As belas artes são a pintura, a escultura e modernamente. Elas fazem parte do patrimônio cultural de um povo. Um museu de arte é uma instituição pública ou particular destinada à conservação, estudo e divulgação das belas artes.

No Brasil, temos muitos museus de arte importantes, a maioria deles em grandes espaços físicos. Como exemplo, temos o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand– MASP – que fica na capital paulista. Ele é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras.
Visitando o MASP, nós podemos apreciar a belíssima obra “Rosa e Azul” do pintor francês impressionista Pierre Auguste Renoir (1841-1919). Renoir foi o mais importante pintor do movimento Impressionismo. Em 1952, o empresário brasileiro Assis Chateaubriand adquiriu essa obra, em Paris, e a trouxe para o Brasil doando-a para o MASP.

O Impressionismo era o emprego de cores desconexas, usadas em camadas
de tintas superpostas emplastradas, de forma que causasse a impressão de uma única cor que se movimentava quando a luz incidisse sobre a tela.

Para apreciar-se uma tela impressionista, é preciso dar dois passos para trás a fim de se ter uma melhor visão da obra como um todo, obtendo-se, então, a verdadeira impressão que o artista desejou passar para o espectador: vida num certo movimento de cores.

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Cinco moças de Guaratinguetá

Imagens:
“Rosa e Azul”, óleo sobre tela de Renoir, 1881. Faz parte do acervo do MASP.

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Cinco moças de Guaratinguetá, óleo sobre tela do pintor brasileiro modernista Di Cavalcanti, 1915. Do acervo do MASP.

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Canal de Veneza, Turner

PARABOLA DA FIGUEIRA QUE SECOU

“Quando saíam de Betânia, ele teve fome;- e, vendo ao longe uma figueira, para ela encaminhou-se, a ver se acharia alguma coisa; tendo-se, porém, aproximado, só achou folhas, visto não ser tempo de figos.- Então, disse Jesus à figueira: Que ninguém coma de ti fruto algum, o que seus discípulos ouviram.- No dia seguinte, ao passarem pela figueira, viram que secara até a raiz.- Pedro, lembrando-se do que dissera Jesus, disse: Mestre, olha como secou a figueira que tu amaldiçoaste.- Jesus, tomando a palavrsa, lhes disse: Tende fé em Deus. - Digo-vos, em verdade, que aquele que disser a esta montanha: Tira-te daí e lança-te ao mar, mas sem hesitar no seu coração, crente, ao contrário, firmemente, de que tudo o que houver dito acontecerá, verá que, com efeito, acontece.” (Marcos, 11:12 a 14 e 20 a 23.)

A parábola da figueira que secou representa os oradores que mais brilho têm do que fundamento em suas palavras. Que proveito têm estas palavras para o público que as ouve? Esses oradores são como a figueira que apresenta apenas folhas e nenhum fruto que alimente o viajor necessitado.

Da mesma forma, os médiuns na psicofonia e na psicografia. É preciso que eles observem se não há, entre as mensagens que os Espíritos enviam por seu intermédio, alguma palavra que seja útil em primeiro lugar para eles mesmos.

Lúcia Rocha

Fonte:
Kardec, Allan, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XIX, A fé transporta montanhas; trad.Guillon Ribeiro; RJ, Federação Espírita Brasileira, 2010

Imagem: Marinha, Canal de Veneza. Óleo sobre tela do pintor inglês expressionista William Turner, 1851.

https://www.google.com.br/search?q=Turner+marinha+Veneza&rlz=1C1AOHY_pt-brBR708BR708&tbm=isch&imgil=_sWHP8Gy2m1jJM%253A%253BFneRE_F1KzRcJM%253Bhttp%25253A%

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NOSSO BELO PORTUGUÊS – ACORDO ORTOGRÁFICO

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa é um tratado internacional que tem o objetivo de unificar a ortografia do português para os países de língua oficial portuguesa. Ele foi assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por representantes oficiais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe.
Pelo novo Acordo, algumas palavras perderam o acento (ex., o trema de “linguiça”; e algumas formas verbais, ex., “vêm” no lugar de “vêem”). O Alfabeto também ficou maior: agora tem 26 letras. Assim, incluiram-se as letras K, Y e Z, estas duas últimas para palavras de origem indígena.

O novo Acordo entrou em vigor oficialmente em 1º de janeiro de 2016. Faz um ano.
O seu uso é legalmente obrigatório nos documentos oficiais, concursos, provas escolares, livros, inclusive dicionários e gramáticas, bem como outros documentos.

É importante lembrar que as livrarias do país já dispõem, para compra, do programa com o corretor ortográfico para instalação imediata no seu PC.

Lúcia Rocha

https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_Ortogr%C3%A1fico_de_1990
http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2016/01/acordo-ortografico-entra-em-vigor.html

Imagem:
Caravelas. Óleo sobre tela do pintor brasileiro Victor Meirelles, 1905.

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PENSAMENTOS

“No final tudo dá certo. Se ainda não deu certo é porque ainda não chegou no final.” (Popular)

“Se fizermos bem nossa parte, Deus fará o resto.” (Os Mensageiros”, André Luiz; F.C.Xavier, FEB)

“Cada um chegará no local para onde esteja dirigindo os próprios passos.” (Os Mensageiros, André Luiz, F.C.Xavier; FEB)

“A Bíblia é um Testamento Divino. O Evangelho de Jesus é o Testamento Divino que ele deixou para a humanidade.” (“Obreiros da Vida Eterna”, André Luiz; F.C.Xavier, FEB)

“A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.” (“Os Mensageiros”, André Luiz; F.C.Xavier, FEB)

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém.” (Paulo Apóstolo, I Coríntios)

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A PALESTRA – A HORA DO EVANGELHO

Uma palestra sobre o Evangelho é um discurso para o público presente no centro espírita. Sugiro que a pessoa prepare em casa sua palestra e traga-a impressa em papel para lê-la ao público, pois falar de improviso não é bom porque a pessoa pode perder facilmente o foco do que está falando e confundir os ouvintes.

E ainda tem gente que pensa que tem o “dom da palavra” e então interrompe a leitura e fica com o papel na mão fazendo longas divagações, que vão-se abrindo num leque enorme de sub-temas deselegantes. Isso mostra a incapacidade do palestrante. O palestrante deve ler a palestra que trouxe impressa e nada mais do que isso: uma palestra bem feita é lida na hora para os ouvintes, do começo ao fim, sem divagações.

A Hora do Evangelho no centro espírita é um tipo de palestra que tem a finalidade de preparar o público para que este entre em sintonia com o plano astral superior, preparando seu emocional para receber o benefício sublime do passe.

A Hora do Evangelho é a hora de ensinar ao povo virtudes como a paciência, perdão, humildade, simplicidade, solidariedade, disciplina, trabalho, amor à própria vida, amor à família, etc. As virtudes são os mais altos valores humanos. Em toda palestra num centro espírita sempre haverá um jeito de o palestrante direcionar o tema para uma ou mais virtudes, pois esta é uma oportunidade de ouro para transmitir esse tipo de educação para a evolução humana no caminho para Jesus.

Portanto, a Hora do Evangelho não tem nada a ver com psicoterapia de grupo como fazem alguns psicólogos e não psicólogos que não sabem o que significa a Hora do Evangelho, pois querem exibir conhecimento científico na hora e no lugar errados.

Uma palestra sobre o Evangelho deve começar OBRIGATORIAMENTE com a citação, entre aspas, de uma parábola ou passagem que Jesus falou ao povo no seu tempo. Como exemplo, citamos os livros de mensagens “Palavras de vida eterna” e “Fonte viva” , pelo autor espiritual Emmanuel, que colocam no alto de cada mensagem uma citação do Evangelho, entre aspas. Depois é que vem a mensagem (que corresponde à palestra) nas palavras do autor, o douto educador espiritual Emmanuel. Depois da citação evangélica é que o palestrante deve informar ao público o nome do tema da noite, que deve abordar ao menos uma virtude.

Desejo boa sorte e boa leitura do Evangelho a todos os palestrantes do Brasil, que levam avante o nosso Espiritismo varonil.

Lúcia Rocha

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

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Cirque du Soleil

VOLTA ÀS AULAS

Meus caros acadêmicos.
Fevereiro está aí. Mãos à obra com o projeto! Na volta às aulas, em março, o acadêmico esperto já tem o seu projeto com a cara definida para apresentar ao orientador. A brasilidade é a medalhinha que eu trago junto ao peito e que beijo todas as manhãs, legado meu aos descendentes.

“Brasil!
Mostra a tua cara,
tua cara imensa de sotaques coloridos!
Confia em Mim!
Confia em Mim!
Brasil!”
(“Pátria Amada”)

Lúcia Rocha
Imagem:
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SALVE 25 DE JANEIRO

Parabéns São Paulo! A cidade mais bela e mais próspera do Brasil!


Lúcia Rocha
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NÓS SOMOS A PATRIA AMADA

A pátria está em nosso mais profundo sentimento, desde a infância. O maior símbolo da nossa pátria é a bandeira brasileira, a única no mundo que tem um dístico: “Ordem e Progresso”. Certamente esse lema foi inspirado pelo Plano Espiritual Superior para que vibrasse intensamente pelo Brasil.

Esse lema representa o fundamento da nossa missão espiritual como povo, pois sem Ordem não há Progresso. O trabalho e o estudo exigem disciplina, por isso eles dão Ordem à vida dos cidadãos fazendo o Progresso da nação. A pátria é o Grande Lar.

Nossa homenagem às Forças Armadas constituídas pela Marinha, Exército e Aeronáutica, instituições organizadas sob rigorosa hierarquia e disciplina para a defesa da Pátria e a garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem da nação.

Lúcia Rocha

Imagem: “Pátria” . A bandeira da República do Brasil. No fundo, um casal de idosos representa a Monarquia que acabava de ser extinta. Óleo sobre tela do pintor Pedro Bruno, 1909.
http://museubenjaminconstant.blogspot.com.br/2012/11/desvendando-patria-de-pedro-bruno.html

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VIRTUDE ATIVA – A FÉ

Jesus disse aos seus discípulos:
“Pois em verdade vos digo, se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível.” (Mateus, 17:20) Fonte: Kardec, Allan; O Evangelho Segundo o Espiritismo, Tradução Guillon Ribeiro; RJ: FEB, 2010.

A fé é uma das três virtudes fundamentais ao lado da esperança e da caridade.
Ter fé, em primeiro lugar, é acreditar em pensamento que vamos realizar um projeto do bem na nossa vida. Em segundo lugar, ter fé é trabalhar, praticar ações, fazer todas as atividades necessárias para realizar o projeto da melhor maneira possível.

Pois a fé sem trabalho não concretiza nenhum projeto do bem. Cada um tem de ser o autor de suas próprias obras, sempre para o bem. As montanhas que a fé desloca são as dificuldades que a pessoa tem de enfrentar por si mesma ou solicitando a ajuda de terceiros.

Mas, antes de começar a agir para a realização do projeto, é importante fazer uma oração a Jesus pedindo inspiração. Então, os bons Espíritos vêm ajudar a pessoa esforçada. Porque nós temos de fazer a nossa parte, ser “a pá e a mão na massa” e dizer para si mesmo “ainda bem que eu fiz”.

E depois de terminado o projeto, a pessoa precisa orar novamente a Jesus para agradecer-lhe a inspiração e todo tipo de ajuda recebida para a realização do projeto. Nessa oração é importante pedir também a Jesus que o projeto dê muitos frutos, que beneficie muitas pessoas, o que será uma glória para o autor do projeto.

Portanto, a fé verdadeira é a fé como virtude ativa. Toda virtude tem de ser ativa, gerar o bem para a pessoa e para o mundo ao redor.

Lúcia Rocha

Imagem:
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O Evangelho Sublime,
Luz!
O próprio Verbo,
Jesus!

Nota: A pequena poesia, de minha autoria, é adequada também para declamação em público. Ela não tem título devido ao seu tamanho reduzido.
Lúcia Rocha

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SALMO 23

Rei Davi

“O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me por águas mui tranquilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale das sombras da morte, eu não temeria mal algum porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparais uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, ungis minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.”

Lúcia Rocha
Fonte:
Biblia on-line

Imagem:


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Vivien Leigh

QUANTAS ARTES EXISTEM?

Na Antiguidade Clássica, os gregos consideravam que havia quatro Artes: a Dança, o Teatro, a Música e a Poesia.

No início do século XX, passou-se a considerar que as Artes eram sete: a Dança, o Teatro, a Música, a Pintura, a Arquitetura, a Literatura e o Cinema. No século XXI, temos, além das sete citadas, as seguintes Artes: a Fotografia, Designer de Jóias, Filmes animados e os Games.

O cinema – considerado a Sétima Arte - foi inventado, em 1895, pelos irmãos franceses Auguste e Louis Lumière, engenheiros. Eles inventaram o cinematógrafo, máquina de filmar e projetar filmes com imagens em movimento. Eles fizeram vários documentários em preto e branco, em cinema mudo de curtíssima duração. O primeiro filme foi exibido numa sala especial de cinema. Chamava-se “A chegada de um trem à estação de Ciotat”, que durou dois minutos. Quando o trem chegou na estação, parecia saltar da tela, o que fez a plateia apavorada sair correndo da sala buscando a rua.

Em 1915, o artista Charles Chaplin inicou a produção de filmes de longa metragem, em preto e branco, o chamado cinema mudo. Seu primeiro filme foi “The tramp” (O vagabundo). Todos os filmes de Chaplin tinham ele como diretor e principal ator fazendo mímica; eram filmes do gênero pastelão com um toque de dramaticidade. Seus filmes mudos apresentavam cenas de uma história que, de vez em quando, eram intercaladas com uma pequena narrativa na tela. Os filmes mudos eram acompanhados pela música de uma pianola.
Chaplin fez vários filmes mudos em preto e branco. Seus principais foram Luzes da Cidade, O garoto, Tempos Modernos e Luzes da Ribalta. Chaplin representa a maior parte do cinema que existiu nas primeiras décadas do século XX.

Em 1939, o americano Victor Fleming dirigiu e lançou o primeiro filme colorido, falado e sonoro, o longa metragem “...Gone with the wind” (“...E o vento levou”), pela empresa Metro-Goldwing-Mayer. O filme tinha 4 hs de duração com intervalo. Foi uma grande inovação, pois além do colorido belíssimo, o som ambiente original bem como as falas coincidiam perfeitamente com as tomadas de cena. A música circunstancial e o tema musical foram outra inovação, grandes composições que completavam a belíssima imagem e a interpretação dos atores.

“...E o vento levou” é um épico que retrata com muita emoção e veracidade o drama de uma família que vive as circunstâncias adversas de ficar na miséria por causa da Guerra Civil Americana, em pleno Pós- Guerra Mundial. O filme foi estrelado pelo jovem galã americano Clark Gable e pela grande atriz inglesa de renome mundial, a jovem e belíssima Vivien Leigh, em closes inesquecíveis. O figurino e a maquiagem são um deslumbramento à parte. Chiquérrimo! Até hoje é um sucesso internacional. Chegou no Brasil em 1940, um ano depois do lançamento.

Lúcia Rocha

Imagem:
A atriz Viven Leigh, protagonista do filme “...E o vento levou”.

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ttps://www.ebiografia.com/charles_chaplin/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gone_with_the_Wind

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ORDEM E PROGRESSO

“Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar”. O velho adágio tem um valor importante para todos nós. Nós podemos considerar a ordem no nível microssocial e também no nível macrossocial. A ordem baseia-se na virtude chamada disciplina.
No nível microssocial, temos a considerar a ordem do cidadão que é baseada em rigorosa disciplina para cumprir a organização da sua agenda pessoal.

No nível macrossocial – o Brasil como uma nação - temos a ordem assentada na hierarquia das organizações, uma rigorosa disciplina que baseia-se na obediência aos superiores hierárquicos. Como exemplo da altíssima organização da ordem social brasileira, temos as Forças Armadas formadas pelo Exército, a Aeronáutica e a Marinha, os quais representam a defesa do território nacional.

No nível macrossocial, temos outro exemplo da altíssima organização social brasileira que é a ordem do Estado assentada sobre três poderes: Poder Executivo, Poder Judiciário e Poder Legislativo. Da mesma forma, a ordem dos vinte e seis Estados, bem como as diversas Prefeituras em todo o país.

Louvemos a nossa belíssima bandeira! Ela é o principal símbolo da nossa pátria. Seu dístico “Ordem e Progresso” vibra intensamente em nossos corações. Nós somos a pátria amada, Brasil!



Lúcia Rocha

Imagem:

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DEPOIS DA TEMPESTADE

Escorregou? Caiu?
O remorso que atormenta?
Não importa o tamanho da desdita,
a alma sofre,
dói.

Durante a tempestade
é muito bom falar com Deus
e vem a mão amiga
ajudando a ir em frente,
sozinho a retomada
pode ser mesmo impossível.

Se andou o tempo
e a alma ainda sofre
é porque não perdoou direito,
não enterrou a mágoa
no desvão do esquecimento.

A alma só fica em paz
se perdoa de verdade,
lavou tá nova.

Escorregou?
Levante para não cair mais.
Depois da tempestade
vem por certo a bonança.

(Poesia de Lúcia Rocha)



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MEDITAÇÃO

“Nosso espírito assume centenas de reencarnações para aprimorar a personalidade. Assim, desenvolvemos gostos, tendências, vocações.” (André Luiz, “Os Mensageiros”, FEB)

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PENSAMENTOS

Na caminhada evolutiva é importante observar o conselho de Paulo, o Apóstolo dos gentios:”Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm.” (I Coríntios, 6:12).

“O dever bem cumprido é luz firme para o dia e abençoado travesseiro para a noite.”
(“Os mensageiros”, FEB)

“A palavra define o espírito.” (André Luiz, “Os Mensageiros”, FEB). Vê a palavra que tu “põe” na boca.

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Outono, Boticelli

O TRABALHO INFANTIL

O trabalho é a principal virtude que o Homem deve adquirir, desde a mais tenra idade. A criança com mais de 1 ano, que já anda com desenvoltura, já pega seus objetos-brinquedos com as mãozinhas e leva-os de um lado para outro. Ela também empurra uma cadeirinha, um carrinho, algum objeto menor do que o tamanho dela. Pegando e empurrando pequenos objetos-brinquedos, a criança está desenvolvendo sua musculatura e seu intelecto, pois ela tem de primeiro pensar, planejar minimamente a ação para depois desenvolvê-la ainda que com simplicidade. Tudo isso é o trabalho físico-mental da criança bem pequena. A criancinha trabalha!

A mãe que não deixa a criança de 1 ano mexer em brinquedos e em pequenos objetos está atrapalhando o seu desenvolvimento físico-mental. Por volta dos 2 anos, a criança pequenina já entra na escola maternal que continua esse desenvolvimento do trabalho que a criança faz espontanea e automaticamente enquanto desenvolve-se física e intelectualmente.

Portanto, a criança trabalha desde que começa a andar com liberdade e em suas diversas etapas do desenvolvimento psico-motor e até aproximadamente o final dos 12 anos. É preciso que a família compreenda bem isso, ajudando-a todos os dias.

Lúcia Rocha
Desenho sobre papel para “O Outono” do pintor renascentista italiano Sandro Boticelli, que morreu antes de fazer a tela a óleo. Antes, ele havia feito “A Primavera”.

Imagem:
https://www.google.com.br/search?q=Outono+Sandro+Botticelli&espv=2&biw=1242&bih=595&site=webhp&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwjPj4TznsLRAhWDWpAKHc2MCZgQ7AkIMg#imgdii=MithNu1qb-_QmM%3A%3BMithNu1qb-_QmM%3A%3Btsv97Bc60rqPpM%

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Madona da cadeira, Raphael

NOTICIAS SOBRE LEV VYGOSTKY

Indico para vocês, meus leitores da educação, o livro “Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação”, da Psicóloga Teresa Cristina Rego, Editora Vozes, Petrópolis, RJ, 1995.

É uma obra maravilhosa, recheada da teoria do Psicólogo bielo-russo Lev Semenovich Vygotsky. Ideal para fundamentar TCCs, Dissertações e Teses, bem como para auxiliar a moçada que começa na lida da sala de aula, desde a educação infantil até a 5ª série do ensino fundamental.
Bom trabalho para todos neste ano que inicia. O Brasil é a educação do povo.

Lúcia Rocha

Imagem:
Madona da Cadeira do pintor renascentista italiano Raphael Sanzio, 1549.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017


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CANTA, CANTA, MINHA GENTE

Martinho da Vila

Canta, canta, minha gente,
Deixa a tristeza pra lá,
Canta forte, canta alto,
Que a vida vai melhorar.

Que a vida vai melhor,
Que a vida vai melhorar,
Que a vida vai melhorar,
Que a vida vai melhorar.



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