Olá! Este blog propõe a difusão de conhecimentos, indicações e minhas criações ao longo de mais de sete décadas de experiência de vida. Professora Lúcia Rocha
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Pensamentos da Semana
Não convém olhar para trás porque não é para esse lado que você está indo.
(Anônimo).
Ooooooo
Uma imagem vale por mil palavras. (Confúcio)
Imagem:
https://animanga77.wordpress.com/imagens-shoujo-1/
É Preciso Saber Viver
Erasmo Carlos e Roberto Carlos
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão.
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer,
É preciso saber viver.
Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar.
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher,
É preciso saber viver.
É preciso saber viver,
É preciso saber viver,
É preciso saber viver,
Saber viver, saber viver!
(Composição de Erasmo Carlos/Roberto Carlos)
Profa. Lúcia Rocha
Imagem: http://upgeek.com.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-erasmo-samba-630.jpg
História do Transistor
O transístor de silício e germânio é um componente eletrônico inventado em 1947 e que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960. São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais elétricos. Também são usados como retificadores elétricos em um circuito podendo ter variadas funções . O termo provém do inglês transfer resistor (resistor/resistência de transferência), como era conhecido pelos seus inventores.
O transístor de silício e germânio foi inventado nos Laboratórios da companhia norte-americana Bell Telephone por John Bardeen e Walter Houser Brattain, em 1947, e inicialmente demonstrado, em 1948, por John Bardeen, Walter Houser Brattain e William Bradford Shockley, que foram laureados com o Nobel de Física em 1956( a Elétrica faz parte da Física). O objetivo do projeto era criar um dispositivo compacto e barato para substituir as válvulas termoiônicas usadas nos sistemas telefônicos da época.
Os transistores bipolares passaram a ser incorporados a diversas aplicações, tais como aparelhos auditivos, seguidos rapidamente por rádios transistorizados. Mas a indústria norte-americana não adotou imediatamente o transistor nos equipamentos eletrônicos de consumo, preferindo continuar a usar as válvulas termoiônicas, cuja tecnologia era amplamente dominada. Foi por meio de produtos japoneses, notadamente os rádios portáteis fabricados pela Sony, que o transistor passou a ser adotado em escala mundial.
A grande vantagem dos transistores em relação às válvulas foi demonstrada em 1958, quando Jack Kilby, da Texas Instruments, desenvolveu o primeiro circuito integrado, consistindo de um transistor, três resistores e um capacitor, implementando um oscilador simples. A partir daí, via-se a possibilidade de criação de circuitos mais complexos, utilizando integração de componentes (circuito integrado). Isto marcou uma transição na história dos transistores, que deixaram de ser vistos como substitutos das válvulas e passaram a ser encarados como dispositivos que possibilitavam a criação de circuitos complexos, integrados, miniaturizados.
Em 1970, a Intel anunciava a primeira DRAM (tipo de memória RAM), fabricada com tecnologia PMOS. Em 1971, a mesma empresa lançava o primeiro microprocessador do mundo, o 4004, baseado em tecnologia PMOS. Ele tinha sido projetado para ser usado em calculadoras. Ainda em 1971, resolviam-se os problemas de estado de superfície e emergia a tecnologia NMOS, que permitia maior velocidade e maior poder de integração.
A partir da década de 80, o uso de CMOS (circuitos integrados miniaturizados) foi intensificado, levando a tecnologia a ser usada em 75% de toda a fabricação de circuitos, por volta do ano 2000.
O primeiro processador de 8 bits (Intel 8008) usava tecnologia PMOS e tinha frequência de 0,2 MHz. Ano de fabricação: abril/1972 – 3500 transistores com 10 um ou 10000 nm, com uma tensão de trabalho de 5 V.
Dez anos depois, a Intel lançou o 80286, com frequências de 6, 10 e 12 MHz, fabricado com tecnologia CMOS (circuitos integrados miniaturizados) – 134.000 transistores 1,5 mícron ou 1500 nm, com uma tensão de trabalho de 5 V.
O Pentium 4, lançado em janeiro de 2002, trabalha com frequências de 1300 a 4000 MHz, com 55 milhões de transistores CMOS 130 nm. A série de chips Radeon 2000, por exemplo, atinge os 500 milhões de transistores, chegando à casa dos 40 nm.
A placa de vídeo da AMD Radeon HD 6870, lançada em outubro de 2010, trabalha com frequências de 900 MHz na GPU, 4200 MHz de frequência de memória do tipo GDDR5 (interface de 256 bits), tem 1,7 bilhão de transistores, com processo de fabricação de 40 nm e um Core de 255 mm2.
Primeiro transistor: estrutura elementar improvisada
Transistor moderno de alta potência
Placa com circuito integrado de transistores
Importância
O transistor é considerado por muitos uma das maiores invenções da história moderna, tendo tornado possível a revolução dos computadores e equipamentos eletrônicos. A chave da importância do transistor na sociedade moderna é sua possibilidade de ser produzido em enormes quantidades usando técnicas simples, resultando em preços irrisórios.
É conveniente salientar que é praticamente impossível serem encontrados circuitos integrados que não possuam, internamente, centenas, milhares ou mesmo milhões de transistores, juntamente com outros componentes como resistores e condensadores. Por exemplo, o microprocessador Cell do console Playstation 3 tem aproximadamente 234 milhões de transistores, usando uma arquitetura de fabricação de 45 nanômetros, ou seja, a porta de controle de cada transistor tem apenas 45 milionésimos de um milímetro.
Seu baixo custo permitiu que se transformasse num componente quase universal para tarefas não-mecânicas. Visto que um dispositivo comum, como um refrigerador, usaria um dispositivo mecânico para o controle, hoje é frequente e muito mais barato usar um microprocessador contendo alguns milhões de transistores e um programa de computador apropriado para realizar a mesma tarefa. Os transistores, hoje em dia, têm substituído quase todos os dispositivos eletromecânicos, a maioria dos sistemas de controle, e aparecem em grandes quantidades em tudo que envolva eletrônica, desde os computadores aos carros.
Seu custo tem sido crucial no crescente movimento para digitalizar toda a informação. Com os computadores transistorizados a oferecer a habilidade de encontrar e ordenar rapidamente informações digitais, mais e mais esforços foram postos em tornar toda a informação digital. Hoje, quase todos os meios na sociedade moderna são fornecidos em formato digital, convertidos e apresentados por computadores. Formas analógicas comuns de informação, tais como a televisão ou os jornais, gastam a maioria do seu tempo com informação digital, sendo convertida no formato tradicional apenas numa pequena fração de tempo.
Nós podemos considerar a eletrônica antes do transistor e depois da revolução do transistor na década de 1960. Cada vez mais miniaturizados, os transistores vêm proporcionando velocidade de resolução e qualidade de vida à humanidade.
Transistores com diferentes encapsulamentos. À esquerda, um transistor de sinal em encapsulamento TO-92. À direita, um transistor de alta potência em encapsulamento metálico TO-3.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Trans%C3%ADstor#Inven.C3.A7.C3.A3o
http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/67-historia-da-eletronica/407-a-historia-do-transistor.html
Profa. Lúcia Rocha
Imagens:
http://www.newtoncbraga.com.br/images/stories/artigos/art0014_01.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/HighPowerTransistor.JPG/300px-HighPowerTransistor.JPG
http://i106.photobucket.com/albums/m262/somaovivo/mesas/alto_ci1_b.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f8/Transistor-photo.JPG/210px-Transistor-photo.JPG
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Dia dos Namorados
Profa. Lúcia Rocha
Imagem: http://orig10.deviantart.net/a3af/f/2011/163/5/f/happy_valentine__s_day_by_arielmmx-d3iph91.jpg
Necessário
No clássico de animação “Mogli, o menino lobo” (The jungle book), de 1967, último filme do próprio Disney, o personagem Balu (o urso) canta com Mogli “Somente o necessário”, de Terry Gilkyson, música vencedora do Oscar daquele ano. O filme foi baseado no livro “The jungle book “ do autor inglês Rudyard Kipling.
SOMENTE O NECESSÁRIO
Necessário
somente o necessário,
o extraordinário é demais.
Necessário,
somente o necessário,
por isso a minha vida eu vivo em paz.
Necessário,
somente o necessário,
o extraordinário é demais.
Necessário,
somente o necessário,
por isso a minha vida eu vivo em paz.
Abaixo está o pedaço do vídeo com a música:
Abaixo está o pedaço do vídeo com a música:
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Jungle_Book
Profa. Lúcia Rocha
Imagem: http://dreampunk.me/wp-content/uploads/2014/07/The_jungle_book_poster.jpeg
Heitor Villa-Lobos
Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um maestro e compositor brasileiro.
Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira na música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras com os elementos das canções populares e indígenas. No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como o Dia Nacional da Música Clássica.
Em 1922, Villa-Lobos participa da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte, embarca para a Europa, regressando ao Brasil em 1924. Viaja novamente para a Europa em 1927, financiado pelo milionário carioca Carlos Guinle. Desta segunda viagem retorna em 1930, quando realiza turnê por sessenta e seis cidades. Realiza também nesse ano a " Cruzada do Canto Orfeônico" no Rio de Janeiro.
Seu casamento com Lucília termina na década de 1930. Depois de operar-se de câncer, em 1948, casa-se com Arminda Neves d'Almeida, a Mindinha, uma ex-aluna, que depois de sua morte se encarrega da divulgação da sua obra monumental. O impacto internacional dessa obra fez-se sentir especialmente na França e EUA, como se verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua morte. Villa-Lobos não teve filhos.
Apoiado pelo Estado Novo (governo de Getúlio Vargas, anos de 1930), Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto educacional, em que teve papel de destaque o Canto Orfeônico, e que resultou na compilação do Guia prático (temas populares harmonizados). O compositor preocupava-se muito com os rumos da educação musical nas escolas brasileiras e quando foi aprovado seu projeto de educação na área, voltou a morar definitivamente no Brasil.
À audácia criativa dos anos 1920 (que produziram as Serestas, os Choros, os Estudos para violão e as Cirandas para piano) seguiu-se um período "neobarroco", cujo carro-chefe foi a série de nove Bachianas brasileiras (1930-1945), para diversas formações instrumentais.
Em sua obra prolífera, o maestro combinou indiferentemente todos os estilos e todos os gêneros, introduzindo sem hesitação materiais musicais tipicamente brasileiros em formas tomadas de empréstimo à música erudita ocidental, procedimento que o levou a aproximar, numa mesma obra, Johann Sebastian Bach e os instrumentos mais exóticos.
O filme “Villa-Lobos, uma vida de paixão”, dirigido por Zelito Viana, ano 2000, teve como atores principais Antônio Fagundes, como Villa-Lobos, e Marcos Palmeira, como Villa-Lobos jovem; Letícia Spiller, como a segunda esposa, a Mindinha.
ELENCO
Antonio Fagundes
Personagem: Heitor Villa-Lobos
Marcos Palmeira
Personagem: Heitor Villa-Lobos Jovem
Personagem: Mindinha
Letícia Spiller
Personagem: Donizetti
José Wilker
http://pt.wikipedia.org/wiki/Heitor_Villa-Lobos
Profa. Lúcia Rocha
Imagens:
http://jornalggn.com.br/sites/default/files/imagens/00_17_de_novembro_heitor_villa_1_1922.jpg
http://br.web.img3.acsta.net/r_640_600/b_1_d6d6d6/medias/nmedia/18/35/58/24/18885792.jpg
http://www.mapafilmes.com.br/villa/Imagens/Palmeir.jpg
http://www.geocities.ws/leticia_spiller/oriundi.jpg
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSdfbp6el4IiizESAlVOiIwWzBDWnRdX40hncAROteCWLlz9oY6kA
Aleijadinho
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Ouro Preto, 29 de agosto de 1730 ou, mais provavelmente, 1738 — Ouro Preto, 18 de novembro de 1814) foi um importante escultor, entalhador e arquiteto do Brasil colonial. Sua obra pertence ao barroco mineiro.
Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma doença degenerativa nas articulações. Não se sabe exatamente qual foi a doença, mas provavelmente pode ter sido hanseníase ou alguma doença reumática. Aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continuava trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais.
Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.
Toda sua obra, entre talha, projetos arquitetônicos, relevos e estatuária, foi realizada em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Ouro Preto, Sabará, São João Del-Rei e Congonhas. Os principais monumentos que contém suas obras são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Com um estilo relacionado ao Barroco e ao Rococó, é considerado pela crítica brasileira quase em consenso como o maior expoente da arte colonial no Brasil e, ultrapassando as fronteiras brasileiras, para alguns estudiosos estrangeiros é o maior nome do Barroco americano, merecendo um lugar destacado na história da arte do ocidente.
Os Doze Profetas é um conjunto de esculturas em pedra sabão, feitas entre 1795 a 1805 pelo artista, já doente, obras essas localizadas no município de Congonhas do Campo, mais precisamente no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
Da esquerda para direita os Doze Profetas no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos: Amós, Abdias, Jonas, Baruc, Isaias, Daniel, Jeremias, Oséias, Ezequiel, Joel, Habacuc e Naum
Profa. Lúcia Rocha
Imagens:
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSjHl7CrY5WWSZpGKSzfTudHuy6YsfJ_INRTsa9uElte9sfK1BxJSNfsg
http://www.logica-transporteexecutivo.com.br/attachments/Image/Recomendamos/Santu__rio_do_Bom_Jesus_de_Matosinhos.png
Assinar:
Postagens (Atom)
