segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O Perdão


Disse Jesus:
“Não julgueis a fim de não serdes julgados;- porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se á convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. (Mateus, 7:1 e 2.)”

“Atire-lhe a primeira pedra aquele que estiver isento de pecado”, disse Jesus. Essa sentença faz da indulgência um dever para nós outros porque ninguém há que não necessite para si próprio de indulgência. Ela nos ensina que não devemos julgar com mais severidade os outros do que nos julgamos a nós mesmos nem condenar em outrem aquilo de que nos absolvemos. Antes de julgarmos alguem por uma falta, vejamos se a mesma censura não nos pode ser feita.
O reproche lançado à conduta de outrem pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal ou desacreditar a pessoa cujos atos se criticam. Não tem escusa nunca este último propósito porquanto, no caso, então só há maledicência e maldade. O primeiro pode ser louvável e constitui mesmo em certas ocasiões, um dever, porque um bem devera daí resultar, e porque a não ser assim jamais, na sociedade, se reprimiria o mal. Não cumpre, aliás, ao homem auxiliar o progresso do seu semelhante? Importa, pois não se tome em sentido absoluto este princípio:”Não julgueis se não quiserdes ser julgado”, porquanto a letra mata e o espírito vivifica. (...)”

Fonte: Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, tradução Guillon Ribeiro FEB, 2010

Profª Lúcia Rocha

Imagem: Abaporu, Tarsila do Amaral - http://static.significados.com.br/foto/abaporu-tarsila_sm.jpg

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Pensamentos da semana

Coloque suas expectativas no lugar certo. Um milhão de vezes zero é igual a zero. (Anônimo)

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As escolhas das outras pessoas não são da sua conta. Respeite o seu próximo.(Anônimo)

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Uma imagem vale por mil palavras. (Confúcio)

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Nosso belo português


Numa frase, todo substantivo fica melhor, mais explicado, se for acompanhado de um adjetivo qualificativo. Ex. É preciso alimentar-se bem para se ter qualidade de vida. É de se perguntar: que qualidade? Boa ou má? A frase então fica melhor, mais clara, assim: É preciso alimentar-se bem para se ter uma boa qualidade de vida. “Boa” é o adjetivo qualificativo que explica o substantivo “qualidade” formando a expressão “boa qualidade de vida”.
A língua portuguesa é rica de detalhes importantes que tornam o texto mais claro e bem fundamentado.

Profª Lúcia Rocha

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Nossa pátria



Nossa pátria querida é o Brasil. Em primeiro lugar, ele é a sua geografia imensa, a beleza dos seus rios, terras, mares e cascatas, a fauna e a flora sob o céu do Cruzeiro do Sul. O mapa do Brasil tem o formato de um grande coração pulsando o amor do seu povo.
A nossa pátria é também o nosso grande lar que nos acolheu desde que nascemos.

A brasilidade é o patriotismo que devemos ensinar às crianças e aos adolescentes, desde cedo. Brasilidade ou patriotismo é amar a nossa pátria. É ter respeito e alta consideração com nossas ciências, filosofia, religião e artes. Ter brasilidade é também cada brasileiro, com seu trabalho, dar uma mão na roda da economia da nação.
Sejamos patriotas dando o bom exemplo ao redor. Nós somos a pátria amada.


Profa. Lúcia Rocha

Imagens:

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Sem perder tempo


Não aceites o tóxico do ressentimento. Ora, trabalha, serve e segue adiante.
Não te detenhas no charco do desânimo. Ora, trabalha, serve e segue adiante.
Não te precipites na fogueira da revolta. Ora, trabalha, serve e segue adiante. A experiência física é demasiado rápida para perdermos tempo perante os obstáculos naturais do caminho.
Valorizemos a oração e o trabalho, servindo sempre, a fim de concluirmos a jornada perante a própria consciência.

Fonte: Scheila (Espírito), Novas mensagens: de Scheila para você, (psicografado por Clayton Levy),Campinas, SP; Ed. Allan Kardec, 2009

Profª Lucia Rocha

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Poesia - O Novo Dia

O Ontem já passou,
ficou todo para trás,
histórias
pra gente contar um dia.



Na frente corre célere
o Amanhã,
corcel indócil
difícil de controlar.



Cada dia é um novo dia,
um novo Hoje,
quando consertamos nossos erros,
a oportunidade,
vida que vivemos sem cessar.


Lúcia Rocha

Poesia - O Evangelho em Ação


É Jesus o Sol que a Terra iluminou,
O clarão que nos conduz à redenção.

É na luz do Evangelho em ação
Que virá a paz na Terra, irmão.

Irmão és harmonia,
De ti dependem os teus.
O teu exemplo em Jesus
É oração a Deus.

Ao praticar o Evangelho
sentirás Jesus no coração.

(Letra de música espírita de Lúcia Rocha)

Nota: Toda letra de música é uma poesia.

Imagem: http://www.colegioweb.com.br/quimica/que-o-sol-e-feito.html

Profª Lúcia Rocha


A Fé

Disse Jesus:
“Pois, em verdade vos digo, se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível. (Mateus, 17: 14 a 20.)”

“No sentido próprio, é certo que a confiança nas suas próprias forças torna o homem capaz de executar coisas materiais, que não consegue fazer quem duvida de si. Aqui, porém, unicamente no sentido moral se devem entender essas palavras. As montanhas que a fé desloca são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em suma com que se depara da parte dos homens, ainda quando se trate das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoismo, a cegueira do fanatismo e as paixões orguhosas são outras tantas montanhas que barram o caminho a quem trabalha pelo progresso da Humanidade.
A fé robusta dá a perseverança, a energia e os recursos que fazem se vençam os obstáculos assim nas pequenas coisas que nas grandes. Da fé vacilante resultam a incerteza e a hesitação de que se aproveitam os adversários que se têm de combater; essa fé não procura os meios de vencer porque não acredita que possa vencer.
(...)
Cumpre não confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se conjuga à humildade: aquele que a possui deposita mais fé em Deus do que em si próprio, por saber que, simples instrumento da vontade divina, nada pode sem Deus. Por essa razão é que os bons Espíritos lhe vêm em auxílio.”

Fonte: Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, tradução Guillon Ribeiro, FEB, 2010

Imagem: http://abiliodiniz.com.br/qualidade-de-vida/espiritualidade-e-fe/

Momento de reflexão

Todo dia

“Otimismo e esperança, nobreza de caráter e puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço, em nosso favor.”

Obediência

“Medita na tolerância maternal da Natureza que transforma o carvão em diamante, através de décadas e décadas de silêncio, e traça caminho na pedra usando a persistência da gota d'água. Não interpretes a disciplina por tirania e nem acuses a obediência de escravidão.”

Fonte: Emmanuel (Espírito), Momentos de reflexão, (Espíritos Emmanuel e André Luiz); Xavier, F.C., São Paulo, Planeta, 2014

Profª Lúcia Rocha

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Simplicidade e pureza de coração


“Apresentaram-lhe então algumas crianças a fim de que ele as tocasse, e, como seus discipúlos afastassem com palavras ásperas as que lhes apresentavam, Jesus, vendo isso, zangou-se e lhes disse: “Deixai que venham a mim as criancinhas e não as impeçais porquanto o reino dos ceus é para os que se lhes assemelham – Digo-vos, em verdade, que aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará. “ E depois de as abraçar, abençoou-as impondo-lhes as mãos.” (Mateus, 10:13 a 16.)

É exata a comparação do ponto de vista da vida presente porquanto a criancinha, não havendo podido manifestar ainda uma vida perversa, nos apresenta a imagem da inocência e da candura. Daí o não dizer Jesus de modo absoluto, que o reino dos céus é para elas, mas para os que se lhes assemelhem. O Espírito pois, enverga temporariamente, numa encarnação, a túnica da inocência e assim Jesus está com a verdade quando, sem prejuizo da anterioridade da alma, toma a criança por símbolo da pureza e da simplicidade.

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Fonte: Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, trad. Guillon Ribeiro, FEB, 2010


Pensamentos da semana

Não construir sobre fundamento alheio (Paulo, o Apóstolo)

Fé inabalável só o é a que pode enfrentar frente a frente a razão em todas as épocas da Humanidade. (Allan Kardec)

Devemos tomar cuidado para não desmanchar com os pés o que fazemos com as mãos. (Popular)

A virtude mais importante é o amor. (Popular)

A oportunidade é uma porta que fica aberta por pouco tempo. (Popular)

Profª Lúcia Rocha

Quais os limites da encarnação?

“A bem dizer, a encarnação carece de limites precisamente traçados, se tivermos em vista apenas o envoltório que constitui o corpo do Espírito, dado que a materialidade desse envoltório diminui à proporção que o Espírito se purifica. Em certos mundos mais adiantados do que a Terrra, já ele é menos compacto, menos pesado e menos grosseiro e, por conseguinte, menos sujeito a vicissitudes. Em grau mais elevado, é diáfano e quase fluídico. Vai desmaterilizando-se de grau em grau e acaba por se confundir com o perispírito. Conforme o mundo em que é levado a viver, o espírito reveste o invólucro apropriado à natureza desse mundo.

O próprio perispírito passa por transformações sucessivas. Torna-se mais etéreo, até a depuração completa, que é a condição dos puros espíritos. Se os mundos são destinados a espíritos de grande adiantamento, estes últimos não lhe ficam presos, como nos mundos inferiores. O estado de desprendimento em que se encontram lhes permite ir a toda parte onde os chamem as missões que lhes estejam confiadas.

Se se considerar do ponto de vista material a encarnação, tal como se verifica na Terra, poder-se-á dizer que ela se limita aos mundos inferiores. Depende portanto de o espírito libertar-se dela mais ou menos rapidamente, trabalhando pela sua purificação.

Deve também considerar-se que, no estado de desencarnado, isto é, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito guarda relação com a natureza do mundo a que o liga o grau do seu adiantamento. Assim, na erraticidade, ele é mais ou menos ditoso, livre e esclarecido, conforme está mais ou menos desmaterializado. (São Luis, Paris, 1859).”

Fonte: Kardec, Allan, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IV, trad.Guillon Ribeiro, FEB, 2010

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Pensamentos da Semana


Quem canta seus males espanta.

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O trabalho é permanente oração.

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Só o amor constrói.

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Imagem: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Lute_Player_(Caravaggio)

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Nosso belo português

Às vezes, a gente precisa escrever um texto. Há várias formas de texto. Assim, podemos escrever um bilhete, um email, uma narrativa, uma dissertação, um texto técnico, um projeto, um texto de dramaturgia, um romance, etc.

Quem vai escrever um texto precisa fazer três coisas:
primeiro, jogar as ideias no papel ou no computador; depois, ler o que escreveu e arrumar as frases recorrendo à gramática e ao dicionário, se preciso; finalmente, vai aprimorar o texto, deixá-lo pronto para que ele cumpra o seu objetivo.

O bom escritor brasileiro tem de conhecer a gramática da língua portuguesa em seus fundamentos, principalmente a sintaxe, para que saiba construir a frase. A frase é basicamente o veículo da comunicação oral e escrita. Com o diploma universitário na mão, o profissional pode acrescentar no seu currículo: “Domínio do português, oralmente e por escrito”.
A língua portuguesa é a língua ocidental mais difícil que existe pelo número excessivo de exceções gramaticais e pela dificuldade da conjugação de muitos verbos. Por isso, é preciso exercitá-la também por escrito escrevendo sempre ao menos emails que de fato comuniquem, ou seja, que passem a mensagem do autor.

Na vida real, o inglês é a língua do capitalismo, do mercado de trabalho, da economia. Em nosso país, sua aprendizagem é muito importante para o exercício da maioria das profissões. Mas, o brasileiro em primeiro lugar tem de dominar e amar sua língua materna, a língua da pátria amada.

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Imagem: http://clpbruxelas.blogspot.com/

Profª Lúcia Rocha