segunda-feira, 15 de junho de 2015

Paulo aos Coríntios

Apóstolo Paulo

SOBRE O AMOR

É no capítulo 13 da Primeira Epístola (carta) aos Coríntios que o apóstolo Paulo fala grandiosamente sobre o amor (em grego ágape) que, em algumas traduções, aparece como o vocábulo caridade.

Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 13, versículos 1 a 13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, não sou nada.

Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada valeria!

O amor é paciente, o amor é bondoso, não tem inveja. O amor não é orgulhoso, nem arrogante, nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.

Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.

Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas silenciarão, a ciência tem seu termo.

Pois a nossa ciência é limitada, a nossa profecia é imperfeita.

Mas quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.

Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, como criança me comportava. Desde que me tornei homem, deixei de lado as coisas de criança.

Hoje vemos a Deus como que por um espelho, de maneira confusa, oblíqua; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei plenamente, como eu mesmo sou conhecido.

Por ora persistem a fé, a esperança e o amor. Porém, a maior de todas as virtudes é o amor.

http://diellemonique.blogspot.com.br/2009/09/primeira-carta-de-paulo-aos-corintios.html 

Imagem: http://www.sedac.org.br/arquivos/image/paulo_pastor.jpg

Alimente seu Cérebro com Carboidrato


A glicose proveniente de alimentos que levam trigo na receita é o principal combustível do cérebro. A exemplo do resto do corpo, o cérebro também depende de uma boa alimentação para funcionar a mil. Para que isso ocorra sem percalços, a oferta do seu principal combustível, a glicose, deve se dar na medida certa. Sem esse açúcar, os neurônios não funcionam direito. Afinal, falta energia. 

E a melhor maneira de garantir um bom aporte de glicose é ingerir os chamados carboidratos complexos, encontrados em pães e massas integrais. “Após serem metabolizados, esses carboidratos se quebram até na sua menor parte, a glicose, que entra na célula para a produção energética”, explica a nutricionista Tânia Rodrigues, diretora da RGNutri Consultoria Nutricional, de São Paulo.

Além de fornecer combustível para o cérebro, esses alimentos são assimilados de uma forma mais lenta do que os refinados, o que previne os picos de glicose no sangue – o gatilho para a produção elevada de insulina, o hormônio responsável por botar o açúcar para dentro das células. Em geral, essas altas são seguidas por uma rápida queda. Daí, essa gangorra açucarada desarticula todas as funções sensoriais do cérebro, além de prejudicar a comunicação entre os neurônios e até a memória. Só para ter uma ideia, quando o açúcar despenca na circulação, quadro chamado pelos médicos de hipoglicemia, é como se o cérebro mandasse parar tudo. Não por acaso, surge aquela sensação de sonolência.

Para manter a massa cinzenta bem nutrida, Tânia recomenda fracionar as refeições (seis ao dia) e manter a alimentação mais saudável e variada possível, dando especial atenção ao café da manhã. Isso porque ao longo das horas em que passamos dormindo, nosso corpo enfrenta um longo período de jejum, gastando o combustível armazenado. “O resultado disso é a diminuição da oferta de energia, fundamental para fornecer ao cérebro energia e disposição durante o dia.” Sem contar que o consumo regular de carboidratos ajuda o equilíbrio emocional. As pesquisas mais recentes demonstraram que eles estimulam a produção de uma substância por trás do bem-estar da cuca, a serotonina. Sua deficiência, por outro lado, leva a mudanças de humor e a quadros de depressão.

Uma dieta balanceada é um presente para o bom funcionamento estrutural e bioquímico do cérebro, como mostram as pesquisas na área. A dieta balanceada é uma miscelânea que ajuda a troca de informações entre os neurônios e o bom funcionamento da memória. Metade do que comemos é para alimentar o cérebro.



http://www.trigoesaude.com.br/saude/alimente-cerebro-carboidrato.shtml?pag=1

Imagem:
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História da Wickbold


1938

Henrique Wickbold, filho de imigrantes alemães, trabalhava como marceneiro até aprender um novo ofício. Em março de 1938, ele comprou a PADARIA ALLEMANHA de uma família alemã que retornaria ao país de origem. Situada no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo, o local passou a chamar PADARIA WICKBOLD.

Sem balcão de vendas, apenas com a produção e o forno à lenha, os pães eram artesanais e vendidos sem embalagem. Os principais alimentos oferecidos, ainda sem marca, eram o Pão Preto e o Integral que hoje fazem parte da linha “Os Clássicos”.

1940

Aquisição do primeiro carro da frota para entrega dos produtos. Antes, elas eram feitas em carroças para as pequenas mercearias da região. O primeiro modelo foi um Ford 1931 e, posteriormente, um furgãozinho inglês marca Standard Vanguard.

1942

Ampliação e modernização da produção com a compra de um forno maior e mais moderno para a época e a elaboração de receitas típicas alemãs. O pão integral de centeio no formato de filão ou broa passou a ser produzido assim como pães doces, bolachas decoradas e pão de mel.

1952

Os pães deixam de ser assados no lastro do forno, ganham embalagem, passam a ser fatiados e recebem a marca Padaria Wickbold.

É feita a primeira identificação nas embalagens para diferenciar dois pães com o mesmo formato: o Centeio e o Kümmel.

1968

A empresa passa a ser administrada pela segunda geração da família Wickbold e inicia uma nova fase de inovação e crescimento. A marca é fortalecida no ano seguinte, quando o nome passa a ser Wickbold.

1972

A primeira fábrica Wickbold é inaugurada na Vila Santa Catarina, em São Paulo.

Fortalece a marca no mercado de pães especiais adquirindo a marca Westphalia, importante passo para se consolidar definitivamente nesse segmento.

2007

Inauguração da quarta maior e mais moderna unidade fabril da Wickbold em Hortolândia, no interior de São Paulo. Amplia a atuação nos mercados das regiões Centro-Oeste, em Brasília (DF) e Goiânia (GO).

2009

Lançamento do primeiro pão funcional do Brasil registrado pela ANVISA. A linha EstarBem contém Maxi Fibra® ou inulina, que contribui para o equilíbrio da flora intestinal. Chega ao mercado a Linha de Torradas Especiais inspiradas nos sucessos de venda dos pães especiais, que são enriquecidas com grãos nobres e tem coberturas exclusivas. A primeira a ser lançada é a Torrada 10 Grãos Light.

2010

O produto Grão Sabor Castanha-do-Pará e Quinoa firma-se como o pão integral mais vendido do Brasil.

2011

Iniciando em uma nova categoria, com o foco em produtos saudáveis, a Wickbold lança o Tickroc, primeiro snack da marca.



2012

Chega à mesa dos brasileiros a Linha Pães do Mundo, uma linha de pães sofisticados que permite uma viagem de cores, texturas e sabores, trazendo um pouco da cultura de cada país aos nossos consumidores.

http://www.wickbold.com.br/wickbold-historia/

Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
http://www.passaporteparaabeleza.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Gr%C3%A3o-Sabor-Castanha-do-Par%C3%A1-e-Quinoa_.jpg

http://www.wickbold.com.br/wp-content/uploads/2012/09/packs-paes-do-mundo-2014.png

Pensamentos da Semana


Não convém olhar para trás porque não é para esse lado que você está indo.
(Anônimo).

Ooooooo

Uma imagem vale por mil palavras. (Confúcio)

Imagem:

https://animanga77.wordpress.com/imagens-shoujo-1/

É Preciso Saber Viver

Erasmo Carlos e Roberto Carlos

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão.
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer,

É preciso saber viver.

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar.
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher,

É preciso saber viver.
É preciso saber viver,
É preciso saber viver,
É preciso saber viver,
Saber viver, saber viver!

(Composição de Erasmo Carlos/Roberto Carlos)

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://upgeek.com.br/wp-content/uploads/2014/09/roberto-erasmo-samba-630.jpg

História do Transistor

O transístor  de silício e germânio é um componente eletrônico inventado em 1947 e que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960. São utilizados principalmente como amplificadores e interruptores de sinais elétricos. Também são usados como retificadores elétricos em um circuito podendo ter variadas funções . O termo provém do inglês transfer resistor (resistor/resistência de transferência), como era conhecido pelos seus inventores. 

O transístor de silício e germânio foi inventado nos Laboratórios da companhia norte-americana Bell Telephone por John Bardeen e Walter Houser Brattain, em 1947,  e inicialmente demonstrado, em 1948, por John Bardeen, Walter Houser Brattain e William Bradford Shockley, que foram laureados com o Nobel de Física em 1956( a Elétrica faz parte da Física).  O objetivo do projeto era criar um dispositivo compacto e barato para substituir as válvulas termoiônicas usadas nos sistemas telefônicos da época.

Os transistores bipolares passaram a ser incorporados a diversas aplicações, tais como aparelhos auditivos, seguidos rapidamente por rádios transistorizados. Mas a indústria norte-americana não adotou imediatamente o transistor nos equipamentos eletrônicos de consumo, preferindo continuar a usar as válvulas termoiônicas, cuja tecnologia era amplamente dominada. Foi por meio de produtos japoneses, notadamente os rádios portáteis fabricados pela Sony, que o transistor passou a ser adotado em escala mundial. 

A grande vantagem dos transistores em relação às válvulas foi demonstrada em 1958, quando Jack Kilby, da Texas Instruments, desenvolveu o primeiro circuito integrado, consistindo de um transistor, três resistores e um capacitor, implementando um oscilador simples. A partir daí, via-se a possibilidade de criação de circuitos mais complexos, utilizando integração de componentes (circuito integrado). Isto marcou uma transição na história dos transistores, que deixaram de ser vistos como substitutos das válvulas e passaram a ser encarados como dispositivos que possibilitavam a criação de circuitos complexos, integrados, miniaturizados.

Em 1970, a Intel anunciava a primeira DRAM (tipo de memória RAM), fabricada com tecnologia PMOS. Em 1971, a mesma empresa lançava o primeiro microprocessador do mundo, o 4004, baseado em tecnologia PMOS. Ele tinha sido projetado para ser usado em calculadoras. Ainda em 1971, resolviam-se os problemas de estado de superfície e emergia a tecnologia NMOS, que permitia maior velocidade e maior poder de integração.

A partir da década de 80, o uso de CMOS (circuitos integrados miniaturizados) foi intensificado, levando a tecnologia a ser usada em 75% de toda a fabricação de circuitos, por volta do ano 2000.

O primeiro processador de 8 bits (Intel 8008) usava tecnologia PMOS e tinha frequência de 0,2 MHz. Ano de fabricação: abril/1972 – 3500 transistores com 10 um ou 10000 nm, com uma tensão de trabalho de 5 V.

Dez anos depois, a Intel lançou o 80286, com frequências de 6, 10 e 12 MHz, fabricado com tecnologia CMOS (circuitos integrados miniaturizados) – 134.000 transistores 1,5 mícron ou 1500 nm, com uma tensão de trabalho de 5 V.

O Pentium 4, lançado em janeiro de 2002, trabalha com frequências de 1300 a 4000 MHz, com 55 milhões de transistores CMOS 130 nm. A série de chips Radeon 2000, por exemplo, atinge os 500 milhões de transistores, chegando à casa dos 40 nm. 

A placa de vídeo da AMD Radeon HD 6870, lançada em outubro de 2010, trabalha com frequências de 900 MHz na GPU, 4200 MHz de frequência de memória do tipo GDDR5 (interface de 256 bits), tem 1,7 bilhão de transistores, com processo de fabricação de 40 nm e um Core de 255 mm2.

Primeiro transistor: estrutura elementar improvisada

Transistor moderno de alta potência
Placa com circuito integrado de transistores

Importância

O transistor é considerado por muitos uma das maiores  invenções da história moderna, tendo tornado possível a revolução dos computadores e equipamentos eletrônicos. A chave da importância do transistor na sociedade moderna é sua possibilidade de ser produzido em enormes quantidades usando técnicas simples, resultando em preços irrisórios.

É conveniente salientar que é praticamente impossível serem encontrados circuitos integrados que não possuam, internamente, centenas, milhares ou mesmo milhões de transistores, juntamente com outros componentes como resistores e condensadores. Por exemplo, o microprocessador Cell do console Playstation 3 tem aproximadamente 234 milhões de transistores, usando uma arquitetura de fabricação de 45 nanômetros, ou seja, a porta de controle de cada transistor tem apenas 45 milionésimos de um milímetro.

Seu baixo custo permitiu que se transformasse num componente quase universal para tarefas não-mecânicas. Visto que um dispositivo comum, como um refrigerador, usaria um dispositivo mecânico para o controle, hoje é frequente e muito mais barato usar um microprocessador contendo alguns milhões de transistores e um programa de computador apropriado para realizar a mesma tarefa. Os transistores, hoje em dia, têm substituído quase todos os dispositivos eletromecânicos, a maioria dos sistemas de controle, e aparecem em grandes quantidades em tudo que envolva eletrônica, desde os computadores aos carros.

Seu custo tem sido crucial no crescente movimento para digitalizar toda a informação. Com os computadores transistorizados a oferecer a habilidade de encontrar e ordenar rapidamente informações digitais, mais e mais esforços foram postos em tornar toda a informação digital. Hoje, quase todos os meios na sociedade moderna são fornecidos em formato digital, convertidos e apresentados por computadores. Formas analógicas comuns de informação, tais como a televisão ou os jornais, gastam a maioria do seu tempo com informação digital, sendo convertida no formato tradicional apenas numa pequena fração de tempo.

Nós podemos considerar a eletrônica antes do transistor e depois da revolução do transistor na década de 1960. Cada vez mais miniaturizados, os transistores vêm proporcionando velocidade de resolução e qualidade de vida à humanidade. 

Transistores com diferentes encapsulamentos. À esquerda, um transistor de sinal em encapsulamento TO-92. À direita, um transistor de alta potência em encapsulamento metálico TO-3.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Trans%C3%ADstor#Inven.C3.A7.C3.A3o
http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/67-historia-da-eletronica/407-a-historia-do-transistor.html


Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
http://www.newtoncbraga.com.br/images/stories/artigos/art0014_01.jpg

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/HighPowerTransistor.JPG/300px-HighPowerTransistor.JPG

http://i106.photobucket.com/albums/m262/somaovivo/mesas/alto_ci1_b.jpg

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Dia dos Namorados


Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://orig10.deviantart.net/a3af/f/2011/163/5/f/happy_valentine__s_day_by_arielmmx-d3iph91.jpg