segunda-feira, 8 de junho de 2015

Necessário


No clássico de animação “Mogli, o menino lobo” (The jungle book), de 1967, último filme do próprio Disney, o personagem Balu (o urso) canta com Mogli  “Somente o necessário”,  de Terry Gilkyson, música vencedora do Oscar daquele ano. O filme foi baseado no livro “The jungle book “ do autor inglês Rudyard Kipling.

SOMENTE O NECESSÁRIO

Necessário
somente o necessário,
o extraordinário é demais.

Necessário,
somente o necessário,
por isso a minha vida eu vivo em paz.

Necessário,
somente o necessário,
o extraordinário é demais.

Necessário,
somente o necessário,
por isso a minha vida eu vivo em paz.

Abaixo está o pedaço do vídeo com a música:



http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Jungle_Book

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://dreampunk.me/wp-content/uploads/2014/07/The_jungle_book_poster.jpeg

Heitor Villa-Lobos


Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 –  Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959)  foi um maestro e compositor  brasileiro.

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira na música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que contém nuances das culturas regionais brasileiras com os elementos das canções populares e indígenas. No Brasil, sua data de nascimento é celebrada como o Dia Nacional da Música Clássica.

Em 1922, Villa-Lobos participa da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo. No ano seguinte, embarca para a Europa, regressando ao Brasil em 1924. Viaja novamente para a Europa em 1927, financiado pelo milionário carioca Carlos Guinle. Desta segunda viagem retorna em 1930, quando realiza turnê por sessenta e seis cidades. Realiza também nesse ano a " Cruzada do Canto Orfeônico" no Rio de Janeiro. 

 Seu casamento com Lucília termina na década de 1930. Depois de operar-se de câncer, em 1948, casa-se com Arminda Neves d'Almeida, a Mindinha, uma ex-aluna, que depois de sua morte se encarrega da divulgação da sua obra monumental. O impacto internacional dessa obra fez-se sentir especialmente na França e EUA, como se verifica pelo editorial que o The New York Times dedicou-lhe no dia seguinte a sua morte. Villa-Lobos não   teve filhos.

Apoiado pelo  Estado Novo (governo de Getúlio Vargas, anos de 1930), Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto educacional, em que teve papel de destaque o Canto Orfeônico, e que resultou na compilação do Guia prático (temas populares harmonizados). O compositor preocupava-se muito com os rumos da educação musical nas escolas brasileiras e quando foi aprovado seu projeto de educação na área, voltou a morar definitivamente no Brasil.

À audácia criativa dos anos 1920 (que produziram as Serestas, os Choros, os Estudos para violão e as Cirandas para piano) seguiu-se um período "neobarroco", cujo carro-chefe foi a série de nove Bachianas brasileiras (1930-1945), para diversas formações instrumentais. 

Em sua obra prolífera, o maestro combinou indiferentemente todos os estilos e todos os gêneros, introduzindo sem hesitação materiais musicais tipicamente brasileiros em formas tomadas de empréstimo à música erudita ocidental, procedimento que o levou a aproximar, numa mesma obra, Johann Sebastian Bach e os instrumentos mais exóticos. 

O filme  “Villa-Lobos, uma vida de paixão”, dirigido por Zelito Viana, ano 2000, teve como atores principais Antônio Fagundes, como Villa-Lobos,  e Marcos Palmeira, como Villa-Lobos jovem; Letícia Spiller, como a segunda esposa, a Mindinha.

ELENCO

Antonio Fagundes
Personagem: Heitor Villa-Lobos 

Marcos Palmeira
Personagem: Heitor Villa-Lobos Jovem

Personagem: Mindinha
Letícia Spiller


Personagem: Donizetti
José Wilker



http://pt.wikipedia.org/wiki/Heitor_Villa-Lobos

Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
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Aleijadinho


Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, (Ouro Preto, 29 de agosto de 1730 ou, mais provavelmente, 1738 — Ouro Preto, 18 de novembro de 1814) foi um importante escultor, entalhador e arquiteto do Brasil colonial. Sua obra pertence ao barroco mineiro.

Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma doença degenerativa nas articulações. Não se sabe exatamente qual foi a doença, mas provavelmente pode ter sido hanseníase ou alguma doença reumática. Aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continuava trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais. 

Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, que permanece até hoje envolta em cerrado véu de lenda e controvérsia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora mesmo neste âmbito sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.

Toda sua obra, entre talha, projetos arquitetônicos, relevos e estatuária, foi realizada em Minas Gerais, especialmente nas cidades de Ouro Preto, Sabará, São João Del-Rei e Congonhas. Os principais monumentos que contém suas obras são a Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Com um estilo relacionado ao Barroco e ao Rococó, é considerado pela crítica brasileira quase em consenso como o maior expoente da arte colonial no Brasil e, ultrapassando as fronteiras brasileiras, para alguns estudiosos estrangeiros é o maior nome do Barroco americano, merecendo um lugar destacado na história da arte do ocidente.

Os Doze Profetas é um conjunto de esculturas   em pedra sabão, feitas entre 1795 a 1805 pelo artista, já doente, obras essas localizadas no município de Congonhas do Campo,  mais precisamente no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. 


Da esquerda para direita os Doze Profetas no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos: Amós, Abdias, Jonas, Baruc, Isaias, Daniel, Jeremias, Oséias, Ezequiel, Joel, Habacuc e Naum

Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
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Pedro Cobiaco

BIO

“Nasceu em 1996, é quadrinista e ilustrador. Desde 2009, publica uma tira semanal no caderno infantil da Folha de São Paulo. Em 2013, editou e lançou a revista"LOKI.", que acabou se tornando um coletivo/selo de publicações de jovens artistas. Participou também dos coletivos Trapezistas de Estrada e Batalha Naval. Lançou solo os quadrinhos Bolhas (2011, independente) e mais recentemente Harmatã (2013, independente, reimpresso em 2015 pela Editora Mino), pelo qual ganhou o troféu HQMIX como "Novo Talento-Roteirista".  Publicou suas histórias também nas revistas Samba, Lusco-Fusco e Pero-Pero. Já deu palestras e workshops em alguns festivais, como a FLIQ e o 2º Festival Literário de Iguape. Como ilustrador já trabalhou para publicações como Recreio, Mundo Estranho, Super Interessante, Folhinha, entre outras. Participou também de alguns projetos, como para a parceria MOJO+Linkedin+ Young Lions, em Cannes. Atualmente mora em Jundiaí - SP, onde trabalha no seu próximo quadrinho e manda e-mails carinhosos para editores desconhecidos em busca de freelas que possam pagar a ração dos seus cinco gatos.”

Foto por Carol Berti ©2014





Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/quas23072011.gif

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Augusto Cury


Augusto Jorge Cury (Colina, SP, 2 de outubro de 1958) é  médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise (doutorado livre), professor , cientista e escritor.

Seus livros já venderam mais de 24 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 70 países.

Teoria da Inteligência Multifocal

Pesquisador na área de qualidade de vida e desenvolvimento da inteligência, Cury desenvolveu a teoria da Inteligência Multifocal sobre o funcionamento da mente humana no processo de construção do pensamento e na formação de pensadores.

Outros papéis

Dr. Augusto Cury foi conferencista no 13° Congresso Internacional sobre Intolerância e Discriminação da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos. 

Além disso, ele é o idealizador do Instituto Augusto Cury, o qual promove o treinamento de psicólogos, educadores e outros profissionais. Desenvolveu o projeto Escola da Inteligência que tem como principal objetivo a formação de pensadores através do ensino das funções intelectuais e emocionais mais importantes para crianças e adolescentes, tais como, o pensar antes de reagir, a proteção de sua emoção, o colocar-se no lugar dos outros, expor e não impor as suas ideias. Também elaborou o Programa Freemind, para contribuir em conjunto com as casas de acolhimento de usuário de drogas, clínicas, ambulatórios e escolas no desenvolvimento de uma emoção saudável para a prevenção e tratamento da dependência de drogas.

Foi considerado o autor mais lido da última década no Brasil, pela revista Isto é e pelo jornal Folha de São Paulo. 

O escritor mais lido da década, publicado em mais de 70 países!

Autor da Teoria da Inteligência Multifocal – que analisa o processo de construção dos pensamentos, e é a base da metodologia utilizada na Menthes –, o Dr. Augusto Cury é um dos poucos pensadores vivos cuja teoria é estudada em cursos de mestrado e doutorado nos EUA, Europa e Brasil.

Ao longo de 25 anos de carreira, atuando como psiquiatra, pesquisador e escritor, o Dr. Cury alcançou o reconhecimento nacional e internacional, tornando-se o autor mais lido da última década, de acordo com o jornal Folha de São Paulo e a revista Veja, tendo alcançado a marca de mais de 24 milhões de exemplares vendidos apenas no Brasil, e com publicação em mais de 70 países. Em 2009, recebeu o prêmio de melhor ficção do ano pela Academia Chinesa de Literatura pelo livro "O Vendedor de Sonhos", que em breve será lançado como filme nos cinemas.



ESCOLA DA INTELIGÊNCIA

Imagine uma escola que ensina não apenas a língua a crianças e adolescentes, mas também o debate de ideias, a capacidade de se colocar no lugar do outro e de pensar antes de reagir para desenvolver relações saudáveis. Uma escola que não ensina apenas a matemática numérica, mas também a matemática da emoção onde dividir é aumentar, e também ensina a resiliência: a capacidade de trabalhar perdas e frustrações. Continue imaginando uma escola que ensina a gerenciar pensamentos e a proteger a emoção para prevenir transtornos psíquicos. Pense numa escola onde educar é formar pensadores criativos, ousados, altruístas e tolerantes, e não repetidores de informações.

Parece raríssimo, no teatro das nações, uma escola que ensine essas funções mais complexas da inteligência, porém agora há um programa chamado Escola da Inteligência (E.I.), que entra na grade curricular, com uma aula por semana e rico material didático, para ajudar a escola do seu filho a se transformar nesse tipo de escola.

O Dr. Augusto Cury é o idealizador do programa Escola da Inteligência. Vamos às lágrimas ao vermos os resultados em mais de 100 mil alunos. Há dezenas de países interessados em aplica-lo. O Dr. Cury renunciou aos direitos autorais do programa E.I. no Brasil para que este seja acessível a escolas públicas e particulares e haja recursos para oferece-lo gratuitamente a jovens em situação de risco, como os que vivem em orfanatos. Converse com o diretor da escola do seu filho para conhecer e adotar o programa E.I. O futuro emocional do seu filho é fundamental.

Para obter mais informações e conhecer as escolas conveniadas da E.I. mais próximas de você, acesse:

www.escoladainteligencia.com.br. Ou ligue para (16) 3602-9420

Instituto Augusto Cury

O Instituto Augusto Cury ministra cursos sobre qualidade de vida, gerenciamento dos pensamentos e do estresse, excelência emocional e profissional, entre outros, para profissionais, educadores, pais e jovens. Para conhecê-lo e encontrar a unidade mais perto de você acesse:

www.augustocurycursos.com.br.

(Ansiedade, Como enfrentar o mal do século, 2014, Augusto Cury, livro para leigos)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Cury

http://www.menthes.com.br/menthes/sobre-augusto-cury/

Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
http://www.gazetabragantina.com.br/wp-content/uploads/2015/04/191_cury.jpg

http://www.menthes.com.br/wp-content/themes/institutoaugustocury/images/img-augusto-cury.png

Proteja sua Emoção 1


“Emoção saudável" 

Embora a emoção deva ser administrada, é impossível dominá-la completamente. Ela pode gerar a mais rica liberdade ou a mais drástica prisão: o cárcere da emoção. Muitos vivem nesse cárcere.

É impossível alguém ser rigidamente equilibrado. A emoção se transforma num processo contínuo. A alegria se alterna com a ansiedade, que se alterna com a tranquilidade, que se alterna com a apreensão.

Todavia, flutuações bruscas revelam uma emoção doentia. Quem está tranquilo num momento e explosivo em outro não tem uma emoção saudável.A emoção é mais difícil de ser governada do que os pensamentos. Ela é ilógica. E por isso é tão bela.

Uma mãe nunca desiste de um filho por mais que ele a decepcione. Um professor pode investir num aluno rebelde e relapso e sonhar que um dia ele vai brilhar.

Por ser ilógica, a emoção traz ganhos enormes, mas também grandes problemas. Uma ofensa pode estragar uma semana. Uma crítica pode gerar noites de insônia. Uma perda pode destruir uma vida. Um fracasso pode gerar um trauma gigante. 

Quem quer viver dias felizes e ter uma mente saudável deve aprender a gerenciar a emoção para ser calmo, tranquilo, cobrar menos, doar-se mais. Não é à toa que há muitos milionários que são miseráveis e muitos paupérrimos que são ricos em se encantar com a vida. Não é sem razão também que há muitos intelectuais com baixo limiar (capacidade) para suportar frustrações, contrariedades, perdas, crises. (p.14-15)

Relacionamentos: uma fontes de atritos

Relacionamentos cheios de atritos podem se converter numa das mais poderosas e destrutivas drogas. Depois de instaladas a crítica compulsiva e a necessidade ansiosa de mudar o outro, ocorre sério risco de falência emocional e relacional.

Você tem vivido essa falência?

Não são poucos aqueles que dão as costas para a tranquilidade por mais uma dose de atrito. São especialistas em brigar, discutir, punir, apontar falhas. São escravos produzindo escravos.

Muitos casais têm uma emoção doentiamente flutuante. Num momento, são serenos, noutro são intensamente ansiosos. Num período são lúcidos, inteligentes, coerentes; noutro, são completamente ilógicos e irracionais. Embora haja alternância em cada ser humano. Uma alternância intensa e paradoxal é reflexo da dimensão dos conflitos intrapsíquicos e da falta de proteção e de gerenciamento da emoção.

 Uma emoção saudável tem estabilidade e previsibilidade, tem mais períodos prolongados de prazer e tranquilidade do que de tristeza e ansiedade. (p.16-17)



O amor inteligente protege a emoção 

Nada tira tanto o ser humano do controle como a paixão. E nada irriga tanto a saúde emocional como aprender a amar com amor inteligente.

A paixão controla, o amor inteligente liberta. A paixão arde em ciúmes, o amor inteligente promove quem ama. A paixão nutre a ansiedade, o amor inteligente nutre a saúde psíquica, amplia os horizontes intelectuais, liberta o imaginário, promove a arte de se interiorizar, refina a capacidade de observar.

(...)

Os que são destituídos de amor inteligente perdoam pouco, mas julgam muito; são frágeis para abraçar, mas fortes para excluir; são lentos em se doar, mas velozes em dar as costas. São, portanto, ótimos para conviver com máquinas, mas péssimos para se relacionar com seres humanos. 

(...)

Quem não protege a emoção da paixão doentia, que anula a liberdade e cobra excessivamente, não prepara seu Eu para ser gestor de sua mente. E isso o leva a ter medo de assumir sua insensatez e de reconhecer suas dificuldades. Assim, nega que está doente, nega sua fragilidade, nega que é um ser humano. Pune-se quando erra, pois tem a necessidade neurótica de estar sempre certo. Os títulos acadêmicos podem estar afixados na parede, mas faltam-lhe títulos da maturidade no fascinante território da emoção. (p.17-19)

Lições para a vida

O modelo educacional das sociedades modernas está falido, pois desconhece essa ferramenta fundamental da qualidade de vida. Os jovens são ensinados durante anos a resolver problemas de matemática, mas não a matemática da emoção onde dividir é aumentar, perder pode ser ganhar.

São ensinados a enfrentar as provas escolares, mas não as provas existenciais: frustrações, rejeições, angústias, dificuldades. São ensinados a conhecer as peculiaridades dos átomos, mas não seu Eu como gestor psíquico. Conhecem o mundo em que estão, mas pouquíssimo o mundo que são.

Deveríamos ter aprendido desde a infância que devemos e podemos administrar a emoção e filtrar estímulos estressantes para contemplar o belo, libertar a criatividade, fomentar a generosidade, debelar o medo, dissipar a insegurança, controlar o instinto de agressividade. Muitos  são marionetes do seu mau humor e estresse.

Administrar a emoção é nosso direito – direito de ter uma mente livre, feliz,  saudável, de navegar com segurança nas turbulentas águas das relações sociais.

Você exerce esse direito?

Muitos procuram o direito de se expressar, de ganhar dinheiro, de ter status social, o que é bom, mas não procuram o direito de ser gestores da própria mente, o que é excelente. Procuram o trivial, mas erram no essencial! E você?(p. 23-24) (continua)

(Proteja sua emoção. Aprenda a ter a mente livre e saudável), 61 p, 2014, Coleção Augusto Cury, psicanalista) . Obs. Livro de bolso para leigos.

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://25.media.tumblr.com/tumblr_m3jfhlMRbH1qjevn5o4_1280.jpg

Soneto de Fidelidade


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama.

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86563/

Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.

http://www.releituras.com/viniciusm_bio.asp

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://www.coxinhanerd.com.br/wp-content/uploads/2015/03/a-bela-e-a-fera1-626x300.png