segunda-feira, 1 de junho de 2015

Criança supera síndrome rara e expõe pinturas feitas com a boca



“Aos quatro anos e com artrogripose múltipla congênita, síndrome caracterizada por contraturas de várias articulações e rigidez de tecidos, a pequena Luisa Hage ultrapassa as limitações impostas pela doença com disposição transformada em arte. O desenvolvimento da habilidade da pintura durante o tratamento já rendeu a ela, inclusive, uma exposição com todos os quadros vendidos. (Foram 40 quadros vendidos no valor de R$10 a R$25.)

"Ela tem autoestima muito boa. Ela diz que é linda, é muito para frente, muito alegre, sempre para cima", comemora a avó Ivanete Vieira, com quem Luisa mora no bairro de Boa Vista de São Caetano, em Salvador. "Eu sou linda, eu sou artista", celebra a pequena pintora.”



(Obs. Assista ao pequeno vídeo da artista pintando os quadros. Fenomenal!)

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/04/crianca-supera-sindrome-rara-e-expoe-pinturas-feitas-com-boca-sou-artista.html

Profa. Lúcia Rocha

Imagens:
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A Moda dos Livros de Colorir


“Eles voam das prateleiras das livrarias assim que são expostos. A moda dos livros para colorir voltados para o público adulto é uma febre generalizada e não é só gente grande que já se rendeu aos lápis de cor. Assim como em outras cidades do país, em Natal há uma falta decorrente da alta demanda.

Com a desculpa de “antiestresse”, o que muita gente procura é um passatempo bacana e que remete (e muito!) a uma brincadeira de infância.

E há opções para todos os bolsos. Quer algumas dicas?

Média de R$ 24

Quem quer desenhos mais lúdicos, há um só com mandalas. É o “Mandalas Mágicas 1 e 2″.

Média de R$ 28,90

Quem gosta de mitologia tem o Fantasia Celta. Jardim Encantado é da mesma editora e segue a linha “natureza” dos livros da Sextante.


Média de R$ 29,90

O Jardim Secreto e Floresta Encantada são os mais conhecidos e também os mais procurados. Ambos são da editora Sextante e trazem todos os desenhos relacionados à natureza.

Média de R$ 33

Quem gosta de arte tem até livro com obras de Andy Warhol e Gaudi para se aventurar. Eles são importados, mas dá para comprar por sites na internet.”

(Obs. E também nas grandes livrarias, até por encomenda.)

Livros de colorir são os “novos” best sellers

“Febre do mercado, publicações ganham espaço para o combate ao estresse.
Livros de colorir para adultos: segundo livrarias, eles vendem iguais a best sellers como 50 Tons de Cinza (foto: Franklin de Freitas)

As livrarias comemoram um aumento nas vendas de livros, puxadas por uma nova  febre: os livros de colorir para adultos. Considerados como uma forma auxiliar de combate ao estresse, os livros começaram a ser comercializados em fevereiro e já estão entre os mais vendidos. Classificados por temas, algumas edições já alçaram a margem de vendas de best sellers.

Nas 24 lojas do Grupo Livrarias Curitiba,  por exemplo, foram vendidos 118.962 mil livros para colorir. O  destaque foram as 28.900 unidades vendidas das edições do Jardim Secreto e outras 18.100 do Floresta Encantada, ambos de Johanna Basford.

“As lojas fazem pilhas com essas obras de manhã e na hora do almoço já está pela metade. No começo da tarde arrumamos tudo novamente e no fim do dia praticamente todos os exemplares estão vendidos. Em média, vendemos duas mil unidades por dia”, comenta João Alécio Mem, responsável pelo setor de Comunicação das Livrarias Curitiba.

Alécio Mem  conta que as vendas estão tão intensas que as publicações de Johanna já alcançaram as marcas de best sellers, como 50 Tons de Cinza.

Mas não é só com os exemplares que as livrarias estão lucrando.  Alécio Mem disse que o aumento das vendas de lápis de cor foi de 300% em relação ao período de compra de material escolar. “Tivemos uma surpresa muito positiva. Não esperávamos tamanha repercussão e tantas vendas em tão pouco tempo”, comenta.

“Colorir acalma nossos pensamentos, faz com que nossa atenção se dirija por completo àquela atividade. Assim, possibilita que o indivíduo posteriormente possa pensar com mais tranquilidade e racionalidade naquilo que lhe aflige”,  diz a psicanalista Jaqueline Tozato.”

http://maisresenha.com.br/a-moda-dos-livros-para-colorir/
https://www.bemparana.com.br/noticia/387161/livros-de-colorir-sao-os-novos-best-sellers

Profa. Lúcia Rocha

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Controle o seu Estresse 2

Como administrar o estresse
 A técnica do DCD (duvidar, criticar, determinar)

Essa excelente técnica para gerenciar os pensamentos  constitui-se de três pilares que são as pérolas da inteligência humana: a “arte de duvidar” é o princípio da sabedoria na filosofia; a “arte de criticar” ´o princípio da sabedoria na psicologia; e a “arte da determinação estratégica” é o princípio da sabedoria na área de recursos humanos.

A técnica do DCD deve ser aplicada no silêncio da mente várias vezes por dia, com emoção e coragem. Você deve, a cada momento, duvidar de tudo o que o controla, criticar todo pensamento perturbador e determinar estrategicamente aonde quer chegar.

Duvide de todas as suas falsas crenças. Duvide de que não consiga superar seus conflitos, suas dificuldades,  seus desafios, seus medos, sua dependência. Duvide de que não consiga ser autêntico, transparente e honesto consigo mesmo. Duvide de que não consiga ser livre nem autor da própria história. Duvide de que não consiga brilhar como pai/mãe, ser humano e profissional. Lembre-se de que tudo aquilo em que você crê o controla. Se não duvidar frequentemente das suas falsas crenças, elas o escravizarão e você não conseguirá reeditar o filme do inconsciente.

Critique cada ideia pessimista, cada preocupação excessiva e cada pensamento angustiante. Jamais se esqueça de que cada pensamento negativo deve ser combatido pela arte da crítica. Seu Eu tem  de deixar de ser passivo, tem de questionar a raiva, o ódio a inveja. Critique a ansiedade, a agitação mental, a necessidade de estar em evidência social. Questione seu medo do futuro, de não ser aceito, de falhar.

Após exercer a arte de duvidar e criticar no palco da mente, pratique o terceiro estágio da técnica: determine estrategicamente ser livre, não ser escravo dos seus conflitos. Entre desejar e determinar, há uma lacuna imensa. Não basta desejar, é preciso determinar com disciplina, mesmo que o mundo desabe sobre você. Determine lutar por seus sonhos, ter uma mente saudável e generosa. Decida continuamente ter um romance com a própria história e jamais se abandonar. Determine aprender todos os dias a agradecer mais e reclamar menos, a abraçar mais e julgar menos, a elogiar mais e condenar menos. 

Aplique a técnica dezenas de vezes por dia, com muita garra e vontade de reorganizar e reescrever sua história, como se fosse o grito de liberdade de alguém que sai da condição de espectador passivo na plateia, entra no teatro da mente e proclama: “Eu escreverei o script da minha história!” .

(...) Mas não se esqueça de que determinar ser livre só tem efeito se primeiro você treinar a arte de duvidar e criticar. Caso contrário, a arte de determinar se tornará uma técnica de motivação superficial que não suportará o calor dos problemas da segunda-feira. (...) Não basta desejar ser livre. É necessário construir a liberdade.” (p.46-49)

O Eu pode estressar o cérebro ou protegê-lo
Os diversos tipos de Eu doente

O Eu doente é lento para perceber as milhares de luzes vermelhas no painel da saúde psíquica e do estresse cerebral. Somos incoerentes no único lugar em que deveríamos ser marcadamente inteligentes e saudáveis: dentro de nós.

As escolas secundárias e as universidades preparam os alunos para aprender matemática, mas não preparam o Eu de cada um para conhecer a matemática das relações sociais em que, por exemplo, dividir é aumentar.

Na matemática numérica, toda divisão diminui os números, mas nas relações ocorre o contrário. Alunos que não aprendem a dividir sua atenção, sentimentos, tempo e respeito desenvolvem não apenas um estresse cerebral que não se resolve, mas também um Eu egocêntrico, individualista, que não sabe nem trabalhar em equipe nem se preocupar com as angústias dos outros. Professores que só sabem transmitir informações, mas não conseguem dividir momentos importantes da própria história com os alunos estão aptos a programar computadores, mas não a formar pensadores afetivos, altruístas, generosos e que preservam o cérebro de um estresse doentio.  Além disso, tais professores também estressam o próprio cérebro, polis ensinam sem tempero, sem encantar, sem emoção.

Crianças e adolescentes que não aprendem a dividir suas roupas e outros objetos com os irmãos ou os amigos poderão pautar sua personalidade por disputas irracionais no futuro, não beberão das águas da tranquilidade e da solidariedade. Quem é individualista estressa seu cérebro e o dos seus íntimos. Um Eu superficial tem mais possibilidade de educar um Eu superficial. Um Eu doente tem mais chance de formar um Eu também doente.  (p.53-54)

O Eu engenheiro

O Eu saudável deve ser um engenheiro de janelas (arquivos) light, um protetor da memória, um agente que abranda o estresse cerebral. Mas nosso Eu é um líder de si mesmo?

Nossa carga genética, o ambiente intrauterino, as relações familiares e o sistema educacional contribuem para a formação de milhares de janelas (arquivos) com milhões de experiências. Entretanto, durante o processo de formação da personalidade, à medida que a criança começa a determinar o que quer, o Eu deveria começar a proteger sua emoção, a filtrar estímulos estressantes e a fazer suas escolhas.

Durante a adolescência, o Eu deveria proteger a memória com a técnica do DCD (Duvidar, Criticar, Determinar), bem como ter brilhantes habilidades para deixar de ser vítima dos conflitos psíquicos e sociais e até das influências genéticas e passar a ser protagonista da própria história. 

Na vida adulta o Eu deveria ser um eficiente arquiteto de sua história. Deveria ter consciência dos seus papéis e exercê-los com maturidade. Ninguém poderá fazer essa tarefa pelo Eu. No máximo, poderá receber ajuda de um psiquiatra ou psicoterapeuta. Assim como, no máximo, poderá ser influenciado por pais, professores, amigos, filósofos, religiosos, livros e informações.

Um “Eu coitadista”, com pena de si mesmo, estéril, que se acha azarado, incapaz de mudar seu status quo ou um “Eu conformista”, acomodado, que vive na lama do continuísmo, que não se arrisca a andar por lugares nunca antes percorridos viverá no cárcere do tédio, não será um engenheiro da própria história.

Um Eu engenheiro determinará seu futuro emocional, seu sucesso em produzir relações saudáveis e até sua eficiência em libertar a criatividade. Infelizmente, somos hábeis em explorar jazidas de petróleo, de minérios, alguns também são especialistas em reivindicar seus direitos sociais, mas não em explorar seu psiquismo e reivindicar seus direitos intrapsíquicos: uma mente livre, uma emoção saudável, um intelecto relaxado, uma inteligência criativa.

Mas não adianta só usar os direitos garantidos pela Constituição de nosso país. O grande fiador desses direitos é a formação de um Eu autoconsciente, autocrítico, coerente, dosado, determinado e com níveis elevados de ousadia. Mas onde se encontra esse Eu? Onde ele é bem-formado? Em que microcosmo da sala de casa ele é nutrido, trabalhado, lapidado, equipado?

Não seria exagero dizer que, infelizmente, o Eu do ser humano moderno é frequentemente anoréxico, magérrimo, esquálido. Inclusive pessoas excessivamente críticas, que não têm papas na língua, que falam tudo o que vem à mente também têm um Eu desnutrido, que não sabe ter autocontrole. Vivem estressadas e estressando seus filhos, cônjuge, alunos, colegas de trabalho. Podem ser ótimas para criticar os outros, ousadas para falar o que pensam, mas infantis para se repensar e se proteger.

Gerenciar os pensamentos é ser livre para pensar e não escravo dos pensamentos. 

O sentimento de culpa intenso assalta a mente, fecha o circuito da memória, produzindo autopunição e não correção de rotas. A culpa dosada corrige rotas; a culpa intensa destrói os caminhos! A maior vingança contra um inimigo é compreender e perdoar, inclusive se perdoar. 

Pensar com consciência é ótimo. Pensar demais e sem gerenciamento é uma bomba contra o estresse cerebral. Monitore a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Não seja uma máquina de trabalhar, de se preocupar, de infindáveis atividades. Exercite não sofrer por antecipação. Treine não ter uma mente agitada, ansiosa, irritadiça, que tem baixa tolerância às frustrações. Nunca se esqueça de que os fortes são pacientes, enquanto os frágeis não dão uma nova chance nem para si, nem para os outros.

Recicle todos os dias as ideias perturbadoras, as fobias, o sentimento de incapacidade, a preocupação excessiva com o que os outros pensam e falam de você. Tenha consciência dos atores e coadjuvantes no teatro da mente que constroem pensamentos, mas não os deixe dominar o palco, controlar seu Eu. Para encontrar seu ponto satisfatório de equilíbrio mental e emocional é necessário treinamento.

Mas lembre-se sempre de que não existe equilíbrio perfeito, nem pessoas perfeitas nem, muito menos, cérebros sem estresse. O que existe são pessoas que sabem usar técnicas psicológicas e educacionais para equipar seu Eu para ser líder de si mesmo e para manter um caso de amor com sua qualidade de vida.” (p.56-61). Fim

(Controle o estresse. Saiba como encontrar equilíbrio, 61 p.,  2014, Coleção Augusto Cury, Ph.D., psicanalista). Obs. Livro de bolso.

Profa. Lúcia Rocha

Tom Jobim


Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 – Nova York, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista. Foi considerado o maior expoente da música popular brasileira de todos os tempos pela revista Rolling Stone e um dos criadores e  principais forças do movimento da bossa nova.

Chega de Saudade
Tom Jobim/Vinicius de Moraes

Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer.

Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai.

Mas se ela voltar,
Se ela voltar que coisa linda
Que coisa louca,
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca.

Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim.
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim,

Não quero mais esse negócio
De você longe de mim,
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim.

http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/26959/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Carlos_Jobim

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://f.i.uol.com.br/folha/paineldoleitor/images/130951211.jpeg

Laerte, Adão e Pedro C. contam de onde tiram ideias para suas tirinhas


De onde os cartunistas tiram tantas histórias para fazer as tirinhas que são publicadas no jornal? Pois elas podem vir de uma "gaveta de ideias", de um banho e até de uma louça suja.

Foi o que contaram os quadrinistas Adão, 49, Laerte, 63, e Pedro Cobiaco, 18, que participaram da "Roda da Folhinha", no último domingo (12), no MAM (Museu de Arte Moderna) , Parque Ibirapuera), em São Paulo.

"Não há como não ter ideias. Depois de anos de trabalho, você se acostuma. Eu escrevo todas as que tenho em papeizinhos que depois guardo em uma gaveta. Ou então vou tomar um banho ou caminhar para arejar a cabeça", contou Adão.

Laerte disse que costuma lavar a louça para estimular a criatividade. "Mas nada surge sem leitura. Quanto mais a gente lê, mais comida damos ao nosso cérebro e mais ideias aparecem", disse. "Já eu, deixo para fazer a tira na última hora. A história acaba aparecendo, quase como um desabafo", afirmou Pedro C.



Os três conversaram com crianças e adultos da plateia e com Laura Mattos, editora da "Folhinha", e Fabio Marra, editor de Arte da Folha.
Os artistas, que assinam as tiras da "Folhinha", não acreditam que haja muita diferença entre criar histórias para crianças e adultos. "Nunca penso que estou desenhando para crianças", disse Adão. De acordo com Laerte, o segredo é conversar com o público infantil com o mesmo respeito com que se fala com os adultos. "Não gosto daquelas pessoas que dizem para a criança, por exemplo, que o elefante é um au-au grande. É um elefante!", falou.

Além dos cartunistas, participaram da "Roda" Pedro Coelho, 10, novo ilustrador da "Folhinha", e Bruno Napoleão, 11, primeiro a assinar Ideias..., coluna que estreou no caderno e será escrita a cada mês por uma criança.

Ao lado dos famosos cartunistas, Pedro ouviu dicas de desenho e contou não estar se sentindo pressionado por ter que fazer uma ilustração por semana para o jornal. "Não me preocupo, estou curtindo muito", disse.

"Desenhar nasce com a gente. O importante é treinar, sem se preocupar em publicar ou não", falou Laerte às crianças da plateia que queriam dicas de como começar a publicar suas ilustrações.

Um deles era Lucas Santo Amori, 10. "Sou fã da 'Folhinha', sempre leio as tiras do Laerte, do Adão e do Pedro Cobiaco. Era um sonho encontrá-los pessoalmente", contou. O garoto, que coleciona livros de quadrinhos e quer ser cartunista quando crescer, aproveitou a oportunidade para tirar uma dúvida: "Zezo [personagem de Adão] foi inspirado no Ozzy [de Angeli]?". "Nunca tinha pensado nisso. Mas, como eu sempre copio o Angeli, é bem possível", brincou Adão.

Já Letícia Santos, 9, esperou o evento terminar para mostrar a Laerte seu caderninho cheio de desenhos. "Os quadrinhos dele são os meus favoritos", disse a menina, após o cartunista sentar ao lado dela, olhar todas as ilustrações e desenhar a personagem Lola em uma das páginas. "Fiquei emocionada."


Profa. Lúcia Rocha

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Aparências


“E suscitou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior.”  (Lucas 9:46)

“A importância que os homens dão às aparências perde o seu valor diante da realidade íntima. A visão desenvolvida pelo ser humano a respeito de si mesmo é relativa e não reflete a realidade. Engana-se, muitas vezes, com o jogo ilusório das aparências. As aquisições pessoais que elevam ou promovem o orgulho são questionáveis em si mesmas.

Com uma análise mais profunda a respeito de seu próprio potencial, de suas conquistas morais ou intelectuais e de sua posição ante a própria vida, o homem verá quão falazes são seus conceitos e suas pretensões.

Maior ou menor, o mais ou o menos importante são apenas conceitos ou opiniões, que se desfazem diante de uma análise mais profunda da própria personalidade. Tudo é importante. Todos têm o seu papel na organização.

Convém lembrar que, por processo de sintonia, todos os que se encontram compromissados com a evolução no planeta Terra são mais ou menos semelhantes. Raríssimas exceções nós encontramos na oficina terrestre. E essas exceções são as almas já evolvidas, que ensinam a todos o caminho da humildade e da simplicidade.”

(Serenidade, Robson Pinheiro, pelo espírito Alex Zarthu, p.67, 2013, Casa dos Espíritos, Contagem, MG)

Profa. Lúcia Rocha

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Pensamento da Semana

Pietá, Michelangelo

A arte é uma manifestação de Deus. (Anônimo)

Ooooooo

História

Michelangelo Buonarroti foi um grande escultor e pintor italiano do Renascimento, período que marcou a transição entre a Idade Média e a Idade Moderna. Sua maior obra é a pintura no teto da Capela Sistina (Vaticano) com figuras humanas que representam cenas da Bíblia, desde a criação do mundo até o Apocalipse. 

A Pietà (em português Piedade) de Michelangelo foi  feita em 1499. É talvez a Pietà mais conhecida e uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista. Representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. A fita que atravessa o peito da Virgem  traz a assinatura do autor, única que se conhece: MICHAEL ANGELUS. BONAROTUS. FLORENT. FACIEBAT, ou seja, «Miguel Angelo Buonarotus de Florença fez.»

Antes de Michelangelo, os escultores do Primeiro Renascimento  se viram diante de um problema: a colocação do Corpo de Jesus  morto no regaço de Maria. 

Para isso, Michelangelo alterou deliberadamente as proporções: o Cristo é menor que a Virgem, que é para dar a impressão de não esmagar a Mãe e mostrar que é seu Filho, e para não “sair” do esquema triangular da obra. A Virgem Maria foi representada muito jovem e com uma nobre resignação: a expressão dolorosa do rosto é idealizada, contrastando com a angústia que tradicionalmente os artistas lhe imprimiam.

Quando fez a Pietá , Michelangelo tinha 23 anos. Em função da pouca idade, muitos não acreditaram que fosse o autor. Por isso, teria inscrito seu nome na faixa que atravessa o peito de Maria. A Pietá foi a primeira e mais importante escultura de Michelangelo.

A escultura  fica na Basílica de São Pedro, na primeira capela da alameda do lado direito, no Vaticano, Itália. Tem 174  por 195 centímetros e é feita em mármore.

 Desde que a estátua foi atacada, em 1972, está protegida por um vidro à prova de bala. 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Michelangelo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascen%C3%A7a_italiana

Profa. Lúcia Rocha

Imagem: http://stpetersbasilica.info/Altars/Pieta/Pieta-GMR_6315.jpg